Então aqui vai uma coisa que tenho andado a pensar...
Aqui há um ano ou dois anos existia no CUMN um rapaz que, tal como eu na altura, passava muito tempo por lá. Ora, a natureza grupal e faladora da pessoa humana não simpatizava com este jovem: dizia-o beato, triste, incrivelmente só e isolado. E eu, como tantas outras pessoas, não me aproximava muito dele. Entretanto o tempo passou e este menino tornou-se uma pessoa alegre e bem-disposta, e o mundo passou a sentir-se incrivelmente atraído por ele. E a natureza faladora deixou de o chamar triste e só (o beato ficou) e passou a falar dele como alegre e passou a querer estar com ele. E eu também. E com a descrição que fiz poderia estar a falar de duas pessoas diferentes, mas não: há dois anos era e agora é exactamente o mesmo rapaz. E à medida que nestes dias eu observava esta evidência, surgiu-me a pergunta:
Quantas pessoas maravilhosas ando eu a perder por me deixar levar pelo espírito de carneirada que só acolhe as pessoas que dão ar de estar bem consigo próprias?
terça-feira, dezembro 30, 2008
Companheiro de partilhas procura-se
Apesar de este blog ter nascido a partir de mim para o mundo (é, vocês, queridos meia dúzia optimista de leitores, são o mundo para mim? :D), sinto já há muito a falta desse colorido maravilhoso que é ter outra pessoa amiga a escrever e a partilhar comigo. Por isso, está aberto o convite a quem quiser fazer parte deste blog ou quiser criar um novo comigo! Alguém se atreve? :)
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