quinta-feira, fevereiro 05, 2009


"Growing up is not about making the right decisions, but about living with the decisions you make."


... ouvi isto numa série de televisão: não parece pouco?

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Anat III


... afinal fui capaz. Quem diria?

sábado, janeiro 31, 2009

E eis senão quando, com incrível mestria, a rapariga do delay patológico de anatomia derrota o temível modelo fatiado e ganha a possibilidade de um combate face a face com o implacável monstro do monocílio...

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Mamma mia...



Here i go again.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

O gatinho de três semanas


Ai, num posso não, tem um gatão que está em casa mi isperando... :)

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Fiz uma passagem de anos com amigos da Faculdade.
Criei um gatinho de três semanas.
Arranjei coragem para dizer a um rapaz que estava apaixonada por ele.
Afastei-me de sítios que eram importantes para mim.
Aproximei-me de sítios que se tornaram importantes para mim.
Vi um milagre genético acontecer.
Afastei-me de algumas pessoas.
Fiz novas amizades e reencontrei amizades antigas.
Estudei mais. Esforcei-me mais.
Tive 15 a duas cadeiras de jeito.
Tive um 16 num teste.
Saí à noite e dancei até não poder mais.
Voltei a sair à noite e dancei até não poder mais.
Senti o absurdo da perda na morte.
Apaixonei-me. Namorei. Acabei.
Estudei Teologia durante uma semana.
Chateei-me à séria com um grande amigo.
Fiz os meus segundos Exercícios Espirituais em cinco anos.
Voltei a apaixonar-me.

... Tudo isto em 365 dias. Fascinante... :)

A Um Novo Ano para crescer.

terça-feira, dezembro 30, 2008

Então aqui vai uma coisa que tenho andado a pensar...

Aqui há um ano ou dois anos existia no CUMN um rapaz que, tal como eu na altura, passava muito tempo por lá. Ora, a natureza grupal e faladora da pessoa humana não simpatizava com este jovem: dizia-o beato, triste, incrivelmente só e isolado. E eu, como tantas outras pessoas, não me aproximava muito dele. Entretanto o tempo passou e este menino tornou-se uma pessoa alegre e bem-disposta, e o mundo passou a sentir-se incrivelmente atraído por ele. E a natureza faladora deixou de o chamar triste e só (o beato ficou) e passou a falar dele como alegre e passou a querer estar com ele. E eu também. E com a descrição que fiz poderia estar a falar de duas pessoas diferentes, mas não: há dois anos era e agora é exactamente o mesmo rapaz. E à medida que nestes dias eu observava esta evidência, surgiu-me a pergunta:

Quantas pessoas maravilhosas ando eu a perder por me deixar levar pelo espírito de carneirada que só acolhe as pessoas que dão ar de estar bem consigo próprias?

Companheiro de partilhas procura-se

Apesar de este blog ter nascido a partir de mim para o mundo (é, vocês, queridos meia dúzia optimista de leitores, são o mundo para mim? :D), sinto já há muito a falta desse colorido maravilhoso que é ter outra pessoa amiga a escrever e a partilhar comigo. Por isso, está aberto o convite a quem quiser fazer parte deste blog ou quiser criar um novo comigo! Alguém se atreve? :)

Estou de volta!!! Parece que afinal ainda ficou qualquer coisita por partilhar... x)

quarta-feira, outubro 08, 2008

sexta-feira, maio 09, 2008

E quantas vezes deixo eu de reconhecer as coisas novas que estão mesmo à frente do meu nariz só porque estou alheada na minha convicção de que já as conheço?

domingo, abril 27, 2008

sexta-feira, abril 25, 2008

Valor, contexto e arte

Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer. Um sujeito entra na estação do metro, vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, na hora de ponta matinal. Durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos traunseuntes. Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares. Alguns dias antes Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares. A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro,copo de café na mão, telemóvel no ouvido, crachá a balançar no pescoço,indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor,contexto e arte. A conclusão: estamos habituados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de marca.

terça-feira, abril 22, 2008

Deambulações


"Se no decorrer da vida só conhecemos uma pequena parte de nós próprios, para onde vai todo o resto?"

in Contos de Hoffman

terça-feira, março 18, 2008

Não há pior angústia do que olhar-se impotente face ao sofrimento de outra pessoa.

sábado, fevereiro 23, 2008

E no meio de tanto estudo, às vezes é complicado saber porque raio ando eu para aqui a existir. Já lá dizia o outro que o sentido da existência é uma chávena de chá?... Não digo que haja um sentido global, único, mas sim sentidos que surgem (que construímos) que nos fazem integrar melhor as coisas... o problema é que o único sentido que eu neste momento estou a ver é o que aponta para o meu livro de terapêutica. Será que se eu me esquecer tempo suficiente do que sou posso vir a acordar e não me reconhecer?

Em homenagem a uma Pessoa :)


Leve, breve, suave,
Um canto de ave
Sobe no ar com que principia
O dia.
Escuto, e passou...
Parece que foi só porque escutei
Que parou.

Nunca, nunca, em nada,
Raie a madrugada,
Ou 'splenda o dia, ou doire no declive,
Tive
Prazer a durar
Mais do que o nada, a perda, antes de eu o ir
Gozar.

Fernando Pessoa